Blogs e a Produção de Texto na Internet
Diante de todo o processo de desenvolvimento da Internet, novos meios de produção de texto surgiram e se aperfeiçoaram ao longo do tempo com o fim de possibilitar o aumento da velocidade no fluxo da informação e comunicação. Nesse contexto, surgiram os weblogs, posteriormente conhecidos apenas como blogs, nos quais os usuários passaram a produzir seus textos na Internet, escrevendo e disponibilizando discussões acerca de assuntos dos mais variados interesses. Dentre outras funções, os blogs possibilitam não só a comunicação veloz e a formação de redes sociais, mas também que o indivíduo expresse seu pensamento da maneira como bem entender.

A produção de textos nos blogs possui como uma de suas características principais a livre escolha de assuntos a serem abordados por seu autor. A sua estrutura HTML permite que o usuário possa “manipular” o layout, ou seja, o template de seu blog da maneira que melhor lhe convir. Já as suas ferramentas possibilitam a formatação dos textos de cada postagem editada pelo autor. Constatamos que representar todo o conteúdo postado nos blogs por meio das tags facilita bastante o processo de recuperação de seu conteúdo informacional. Nesse sentido, há todo um mecanismo de busca dentro do blog para que o usuário acesse apenas aquilo que lhe interessa. Percebemos que se faz necessária a criação e inserção de novas ferramentas de formatação de texto nos blogs, diante da exigência cada vez maior por parte do “usuário-autor” em sua produção textual na Internet.

REFERÊNCIAS
BARBOSA E SILVA, Jan Alyne. Weblogs: múltiplas utilizações e um conceito. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 26., 2003, Belo Horizonte. Anais eletrônicos... Disponível em: . Acesso em: 08 out. 2010.
MIRANDA, Rui. Tags: o que são. In:____. Otimização de Sites. Disponível em: . Acesso em: 10 out. 2010.
MORAGA, Alejandro. Robots meta tag. In: JARBS: Programação, PHP, Javascript, HTML, CSS, Python. Disponível em: .
Acesso em: 21 out. 2010.
RAMALHO, José Antônio Alves. HTML 4: prático e rápido. São Paulo: Berkeley Brasil, 1999. (Série Ramalho).
AGRADECIMENTOS
À minha doce e eterna amiga, Denise Braga, que me suporta durante a produção de trabalhos acadêmicos como este.
É preciso ir além da obrigação
Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor.
O pintor ficou surpreso e disse:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura - disse o homem - é por ter consertado o vazamento do barco.
- Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar. - acrescentou o pintor - Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreendeu. - disse o proprietário do barco - Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo. Grande foi meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...
Se em nossa ação diária fizermos como aquele pintor, certamente o mundo pode ser diferente. Muitas vezes nos limitamos nossas ações apenas à nossa obrigação. Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever.
Analise muito bem uma situação e veja se é preciso que você faça algo além do seu dever, um “algo mais”, sem que ninguém peça.
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